segunda-feira, 27 de junho de 2011

RETROSPECTIVA DAS DENÚNCIAS CONTRA MEMBROS DA JUSTIÇA ALAGOANA

EM 05.05.2009
Desembargadores do TJ de Alagoas são denunciados ao Corregedor Nacional de Justiça
http://www.correiodopovo-al.com.br/v2/article/Alagoas/3508/

Pelo menos dois desembargadores do TJ ALagoas foram alvos de acusações na audiência pública que o Conselho Nacional de Justiça realiza agora à tarde: James Magalhães e Washington Luiz. Comandada pelo Corregedor Nacional de Justiça, Gilson Dipp, a audiência levou à sede da Esmal um número bem expressivo de expectadores e pessoas que se inscreveram para falar. O desembargador James Magalhães foi acusado por integrantes do MSCC de manter ligações políticas com deputados indiciados na Operação Taturana - no caso específico, com o atual conselheiro do Tribunal de Contas, Cícero Amélio, a quem teria pedido um emprego para o cunhado dele(do magistrado), de acordo com gravação telefônica captada pela PF com ordem judicial.

O desembargador Washington Luiz, por sua vez, foi acusado de participar ativamente da campanha política da filha dele, Melina Freitas, eleita prefeita de Piranhas, no ano passado. Os representantes do CNJ - entre eles, o alagoano Paulo Lobo - receberam cópias de um DVD em que o desembargador apareceria entregando material de campanha de Melina, no carnaval do ano passado. Outra denúncia contra Damasceno Freitas foi apresentada pela OAB, que considera ilegais as nomeações feitas por ele, quando presidente do Tribunal de Justiça, para os cartórios extra-judiciais.
Tudonahora.com.br

OPERAÇÃO TATURANA - quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Desembargador James Magalhães é flagrado negociando cargo da Assembléia
Desembargador James Magalhães
http://alagoasnacontramao.blogspot.com/2008/02/desembargador-james-magalhes-flagrado.html
Uma gravação feita pela Polícia Federal revela o Desembargador do Tribunal de Justiça, James Magalhães, solicitando a Cícero Amélio (PMN), deputado indiciado pela Operação Taturana por vários crimes, informações sobre a inclusão de um parente (cunhado) na folha da Assembléia Legislativa.
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Em resposta, o deputado diz que o nome de seu cunhado estará na lista de pagamento no próximo mês, porque a folha daquele mês já estava concluída.
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Na gravação, o desembargador pergunta várias vezes ao deputado se ele, o desembargador, pode confiar; o deputado afirma repetidas vezes que sim. Ainda diz mais, que já está tudo combinado com o deputado Antônio Albuquerque, presidente da Assembléia Legislativa de Alagoas, também indiciado na Operação Taturana.
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"POVO DE ALAGOAS! NÃO ESQUEÇAM DOS NOMES DO JUDICIÁRIO ALAGOANO"
¨¨Uma dica de Alagoas na Contra-mão¨¨


quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
http://sergioscampos.blogspot.com/2009_12_01_archive.html
Alagoas: Impunidade é meu lema II
Na prática, na matéria abaixo, está um caso que representa como funciona a impunidade num dos Estados mais pobres da União.

É bem verdade que em todo o Brasil existem inúmeros casos em que a justiça privilegia as elites, é só observar o sistema prisional. As cadeias estão abarrotadas de pobres, pretos e putas, mas parece que em Alagoas a coisa é mais descarada. Juizes, delegados e políticos vão constatemente à imprensa e assumem sua posição na impunidade em crimes de várias naturezas.

A impunidade das elites, longe ser uma utopia, tem provas cabais que funciona em Alagoas.

Uma quadrilha liderada por deputados estaduais embolsou mais de R$ 300 mi dos cofres da Assembleia. Foram afastados por uns dias, mas logo em seguida o supremo Ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes determinou a volta de todos.
Estão livres para se candidatarem, e continuarem praticando livremente outros crimes.

Recentemente o deputado Antônio Albuquerque, que teve dois filhos presos por porte ilegal de arma, soltou os cachorros pra cima de um delegado frouxo (pra não dizer conivente), e mesmo tento todo o apoio da cúpula do Governo do Estado, ainda chamou o governandor de covarde no plenário da Assembleia Além de afirmar de forma contundente que a PM agiu com truculência, ainda confirmou que entrou com uma ação de para que os PMs que prenderam seus filhos percam a farda, isso sem que nenhum outro deputado o contestasse, nem mesmo os de “oposição”.

Hoje nos deparamos com a notícia de que um desembargador critica duramente a polícia militar pelo fato de ter prendido um prefeito alagoano, filho de um desembargador, por porte ilegal de arma.

Acompanhe a matéria publicada no site Cada Minuto:


James Magalhães chama policiais que prenderam Henrique Manso de urubus de farda

TJ-AL determinou ontem o trancamento da ação contra o filho do desembargador

por Redação

Vários policiais militares ouvidos pela reportagem do Cadaminuto estão revoltados com a declaração dada ontem pelo desembargador James Magalhães classificando como urubus de farda os policiais que detiveram na dia 1 de outubro deste ano Henrique Manso, ex-prefeito de Paripueira e filho do desembargador Orlando Manso.

O ex-prefeito tinha sido preso no Barro Duro após ter sido flagrado portando uma pistola calibre 380 que estava registrada em nome do desembargador Orlando Manso, os policiais disseram ainda que Henrique reagiu a abordagem e ofendeu os policiais que só pararam o carro após a caminhonete que estava sendo dirigida pelo político ter impedido a passagem de uma viatura.
Durante a sessão até o representante do Ministério Público, Luciano Chagas fez duras críticas a atuação da corporação e lembrou do caso do filho do deputado Antonio Albuquerque se dizendo indignado com o uso das algemas.

Mas foi o desembargador James Magalhães, que foi flagrado, durante a Operação taturana, em um telefonema para um deputado, que é parente de Henrique Manso, pedindo emprego para um parente que acabou sendo mais duro.

“Temos que agira para que estes urubus de farda não venham cometer estes abusos” disse ele que ainda insinuou que a atuação da PM contra filho de autoridades é diferente nesta gestão.Na ocasião Henrique Manso foi solto após pagar R$ 1, 7 mil e ontem ele ficou livre do processo que foi trancado por unanimidade pelos desembargadores da Casa.

Se pesquisar, encontraremos mais. Só não sabemos em deu tudo isso. Vocês sabem?

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